Terapia de Grupo

Quando olhas para as métricas da tua clínica, sabes o que estás realmente à procura?

Visitas, contactos, marcações e comparências dizem-nos coisas diferentes. O problema começa quando olhamos para todos estes números sem perceber que pergunta cada um deles ajuda a responder.

Descobre quais são os indicadores que vale a pena acompanhar e como relacioná-los com o percurso de quem encontra o teu gabinete ou clínica até se tornar paciente.

Em poucas palavras…

Não precisas de medir tudo. Precisas de acompanhar os números que te ajudam a tomar decisões. As visitas podem mostrar se estás a ser encontrado. Os contactos ajudam a perceber se estás a despertar interesse. As marcações mostram quantas dessas pessoas avançam. E as comparências ajudam a perceber o que acontece depois.

Nenhuma destas métricas conta a história inteira sozinha. Para compreender o que está realmente a acontecer, é preciso relacionar os dados do marketing com as marcações e com a realidade da clínica.

Profissional de saúde analisa um dashboard com métricas de visibilidade, contactos, marcações e ocupação da clínica.

Neste artigo:

Às nove da manhã, o dashboard informa que o alcance aumentou 43%. Às nove e quarenta e cinco, a receção informa que não entrou uma única marcação nova. As duas coisas podem ser verdade ao mesmo tempo.

É possível ter mais seguidores, mais visitas ao website, mais visualizações e até mais contactos sem que isso se traduza em mais pacientes, melhores marcações ou crescimento para a clínica. Também é possível ter menos alcance e estar a chegar às pessoas certas, a preencher um serviço prioritário ou a receber menos pedidos desadequados.

Os números raramente mentem. O problema é aquilo que lhes perguntamos. Retiramos o contexto, olhamos para uma métrica isolada e, às vezes, acabamos a usá-la para confirmar a estratégia que já queríamos aprovar.

Este artigo parte de uma pergunta prática: que métricas de marketing vale realmente a pena acompanhar numa clínica ou gabinete? A resposta não é igual para todos. Depende daquilo que queres perceber, do que acontece entre alguém encontrar-te e tornar-se paciente e, sobretudo, das decisões que precisas de tomar.

Métrica, KPI e meta não são a mesma coisa.

Em poucas palavras: uma métrica é um número que podes acompanhar. Um KPI é uma métrica que escolheste porque te ajuda a perceber se estás a avançar num objetivo importante. E uma meta é o resultado concreto que pretendes atingir num determinado período.

Por exemplo, o número de visitas ao website é uma métrica. Se a clínica quer melhorar a qualidade dos pedidos que recebe, a percentagem de contactos adequados pode tornar-se um KPI. E reduzir os contactos desadequados de 40% para 20% em seis meses seria uma meta.

 

Nem tudo o que aparece num dashboard merece ser tratado como KPI. Se medires vinte coisas, mas nenhuma te ajuda a decidir o que fazer a seguir, tens muitos números e pouca informação útil.

 

E há outro detalhe importante: um bom KPI nem sempre tem de aumentarImagina uma clínica cuja equipa já está praticamente no limite. O objetivo pode ser manter o número de primeiras consultas, mas receber menos pedidos para serviços que não presta, horários que não tem disponíveis ou situações que não se enquadram no seu tipo de acompanhamento. Neste caso, menos contactos pode ser um resultado melhor.

O que medir?

Entre alguém descobrir os teus serviços e essa procura se transformar em crescimento sustentável, existem várias etapas.

Cada uma responde a uma pergunta diferente e, por isso, não faz sentido medir tudo da mesma forma.

O erro mais comum é olhar apenas para o início do percurso, porque alcance e visitas são fáceis de medir, ou apenas para o fim, quando já sabemos que faltam marcações mas ainda não percebemos onde se perdeu a pessoa pelo caminho.

 

1. Visibilidade: as pessoas certas conseguem encontrar-te?

Aqui queremos perceber se o teu negócio está a ser encontrado por quem procura os teus serviços.

Podem ser úteis indicadores como impressões nas pesquisas, visitas ao Perfil de Empresa no Google, pesquisas pelo nome da clínica ou gabinete, posição no Google para serviços prioritários e origem das visitas ao website.

Estes números ajudam a responder a uma pergunta simples: há pessoas a encontrar-nos?

Mas não dizem, por si só, se essas pessoas têm interesse, se são adequadas ao serviço ou se vão marcar consulta.

 

2. Atenção qualificada: quem chega percebe o que oferecemos?

Ser encontrado não chega. A pessoa precisa de perceber o que fazes, para quem é o serviço, como funciona e se aquilo que encontra lhe transmite confiança suficiente para continuar.

Aqui podem ser analisadas visitas a páginas de serviços, conteúdos consultados, visitas repetidas, cliques para conhecer a equipa ou interação com recursos específicos.

Métricas como tempo na página ou taxa de interação precisam sempre de contexto.

Uma pessoa pode passar cinco minutos numa página porque está muito interessada. Ou porque precisou de cinco minutos para descobrir quanto custa a consulta e onde raio está o botão de marcação.

 

3. Intenção: a pessoa dá o passo para entrar em contacto?

Nesta fase, já não estamos apenas a medir atenção. Estamos à procura de sinais de que a pessoa quer avançar.

Podem entrar aqui cliques no telefone ou WhatsApp, início e conclusão de formulários, pedidos de informação, utilização do mapa, marcações online ou outras ações de contacto.

Estas ações ajudam a perceber se o website e os restantes canais estão apenas a gerar visitas ou se estão efetivamente a levar pessoas a dar o passo seguinte.

 

4. Aquisição e qualidade: o contacto transforma-se numa primeira consulta adequada?

Aqui começa uma parte que muitas ferramentas de marketing deixam de conseguir ver sozinhas.

Quantos contactos chegaram?

Quantos eram adequados?

Quantos marcaram?

Quanto tempo demorou a resposta?

Quantos compareceram?

E porque desistiram os restantes?

Indicadores como contactos recebidos, contactos adequados, taxa de marcação, tempo de resposta, comparências e motivos de desistência ajudam a perceber o que acontece depois do clique.

E muitos destes dados não vivem no Google Analytics. Estão no sistema de marcações, no CRM ou, em muitas clínicas, na memória da pessoa da receção.

 

5. Sustentabilidade: o marketing está a melhorar o negócio?

Esta é a camada que impede que confundamos mais procura com melhores resultados.

Aqui interessa perceber, por exemplo, que serviços estão a ser preenchidos, onde ainda existe capacidade, quanto custa captar um novo paciente, que serviços têm maior margem, de onde vêm as referenciações e como a procura está distribuída pela equipa.

Uma campanha pode gerar muitas marcações e continuar a ser uma má decisão se estiver a concentrar procura num serviço que já não tem disponibilidade ou que praticamente não contribui para os objetivos da clínica.

No fim, a pergunta deixa de ser apenas “o marketing está a trazer pessoas?” e passa a ser: “Está a trazer as pessoas certas, para os serviços certos, de uma forma que a clínica consegue sustentar?”

A métrica certa depende do problema que queres resolver.

Uma clínica nova, um profissional com agenda cheia e uma equipa que acabou de lançar um serviço não devem medir o marketing da mesma forma. Antes de escolher indicadores, é necessário definir a mudança pretendida.

  1. Se o problema é desconhecimento, acompanhar visibilidade local, pesquisas pelo nome, visitas a páginas prioritárias e origem das descobertas.
  2. Se o problema é falta de compreensão, avaliar navegação para páginas de serviço, perguntas recebidas, consumo de conteúdos explicativos e abandono em pontos críticos.
  3. Se o problema é conversão, medir contactos iniciados, formulários concluídos, chamadas, marcações, tempo de resposta e desistências.
  4. Se o problema é adequação, medir a proporção de pedidos que correspondem ao serviço, localização, perfil, disponibilidade e enquadramento profissional.
  5. Se o problema é crescimento sustentável, acompanhar ocupação por serviço, capacidade, margem, recorrência, referenciação e custo de aquisição.

Nenhuma plataforma conhece automaticamente estas prioridades. A ferramenta pode dizer que o tráfego subiu. Não sabe que a equipa já não consegue receber primeiras consultas às quartas-feiras ou que o serviço com mais contactos é precisamente aquele que a clínica pretende reduzir.

Que dados pertencem ao Analytics e quais pertencem à clínica?

O Google Analytics ajuda-te a perceber como as pessoas chegam ao website e o que fazem quando lá estão. Permite acompanhar, por exemplo, visitas, páginas consultadas, origem do tráfego, campanhas e ações específicas, como cliques num botão ou o envio de um formulário, desde que tudo esteja corretamente configurado.

 

Mas há uma parte importante da história que o Analytics não vê.

 

Não sabe, por si só, se o contacto era adequado, se a pessoa marcou, se compareceu, se havia disponibilidade para aquele serviço ou se acabou por continuar o acompanhamento.

 

Esta informação está noutros sistemas e, muitas vezes, também na própria gestão diária da clínica ou gabinete.

 

Onde vive cada tipo de informação?

  1. Website e Google Analytics
    Visitas, páginas consultadas, origem do tráfego, campanhas, cliques e outras ações configuradas no website.
  2. Plataformas de publicidade
    Investimento, impressões, cliques, contactos gerados e conversões atribuídas às campanhas.
  3. Google e pesquisa orgânica
    Visibilidade nas pesquisas, desempenho do Perfil de Empresa no Google, pesquisas pelo nome da clínica e posicionamento de páginas e serviços.
  4. Receção, agenda ou CRM
    Contactos recebidos, pedidos adequados, marcações, comparências, tempo de resposta e motivos pelos quais algumas pessoas não avançaram.
  5. Gestão da clínica
    Capacidade disponível, ocupação por serviço, receita, margem, custos e distribuição da procura pela equipa.

 

Portanto, nenhuma destas fontes conta a história completa sozinha. O Analytics pode mostrar que uma campanha gerou vinte contactos. Só a clínica consegue perceber quantos desses contactos faziam sentido, quantos marcaram e se havia capacidade para os receber.

Não te esqueças que os dados na área da saúde têm proteção reforçada no RGPD e, para avaliar marketing e captação, deve ser utilizada apenas a informação necessária, preferencialmente de forma agregada e com regras claras sobre quem pode aceder aos dados, para que finalidade e durante quanto tempo.

Sinais, resultados e a tentação de celebrar cedo demais.

Um sinal é uma ação que pode indicar interesse: guardar um conteúdo, regressar a uma página, abrir um formulário ou subscrever uma newsletter.

 

Um resultado é aquilo que realmente importa para o objetivo da clínica: uma marcação adequada, uma comparência, o preenchimento de um serviço prioritário ou uma melhoria na qualidade dos contactos recebidos.

 

Os sinais são úteis porque permitem perceber se alguma coisa está a funcionar antes de chegar ao resultado final. Mas não devem ser confundidos com o resultado em si.

 

Mais visitas, mais cliques ou mais pedidos de informação podem ser positivos. Também podem significar apenas que mais pessoas chegaram até ti sem intenção real de marcar, sem se enquadrarem no serviço ou sem perceberem exatamente aquilo que ofereces.

Até uma marcação precisa de contexto. Pode ser para um serviço que não tens disponível, pode não resultar em comparência ou pode ter surgido depois de uma comunicação pouco clara que criou expectativas erradas.

 

Celebrar qualquer contacto como uma vitória é medir atividade, não necessariamente progresso. Por isso, interessa olhar para o percurso completo: descoberta, compreensão, confiança, contacto, marcação, comparência e continuidade.

Quando medimos apenas o início, podemos confundir curiosidade com intenção. Quando olhamos apenas para o fim, perdemos os sinais que ajudam a perceber onde o percurso está a funcionar e onde está a falhar.

Atribuição não é a certidão de nascimento de uma marcação.

A atribuição é a forma como tentamos perceber que canais contribuíram para uma marcação ou outro resultado… O problema é que o percurso raramente é linear.

 

Uma pessoa pode ouvir falar da clínica através de um colega, pesquisar o nome no Google, ler dois artigos, seguir o Instagram durante algumas semanas e só depois marcar, já depois de receber uma recomendação de um familiar.

 

Quando isto acontece, cada plataforma vê apenas a parte do percurso que consegue observar. Por isso, dizer que uma marcação “veio do Instagram” pode significar coisas muito diferentes: houve um clique registado, o paciente disse isso à recepcionista, alguém escreveu essa origem manualmente ou simplesmente assumimos que foi esse o canal.

 

Nenhuma destas fontes é inútil. Mas não têm todas o mesmo grau de precisão. Uma análise séria trata a origem como uma pista, não como uma verdade absoluta. Explica o que sabemos, o que conseguimos medir e onde existem limitações.

O que a IA pode fazer pelas métricas de marketing?

A inteligência artificial está a tornar ferramentas como o Google Analytics mais fáceis de consultar. Já existem funcionalidades capazes de resumir alterações nos dados, identificar padrões e responder a perguntas sobre o desempenho através de linguagem natural.

 

Para quem gere uma clínica, isto pode poupar bastante tempo. Em vez de percorrer vários relatórios para perceber porque diminuíram as visitas ou que canal está a gerar mais contactos, a IA pode ajudar a chegar mais depressa à informação relevante.

 

Mas há uma condição importante: a IA só consegue analisar bem aquilo que está bem medido.

 

Se os formulários não estiverem configurados, os telefonemas não tiverem origem registada ou cada pessoa da receção preencher os dados de uma maneira diferente, a ferramenta não vai corrigir magicamente o problema. Vai apenas analisar dados incompletos com uma eficiência impressionante.

 

E a qualidade da resposta depende também da pergunta. “Como estão as minhas campanhas?” provavelmente dará origem a uma descrição.

“Que campanha trouxe mais primeiras marcações para o serviço X, a que custo e com que taxa de comparência?” já aproxima os dados de uma decisão concreta.

 

A IA pode tornar o dashboard muito mais fácil de consultar. Não substitui a parte anterior: saber o que precisas de descobrir.

Um conjunto mínimo de KPIs para negócios pequenos na área da saúde.

Não existe uma lista universal, mas um gabinete ou uma clínica pequena pode começar com um conjunto reduzido que cubra descoberta, aquisição e sustentabilidade. O importante é adaptar os indicadores ao serviço e à capacidade.

  1. Visitas ou ações em páginas de serviços prioritários, por origem relevante.
  2. Contactos recebidos e percentagem de contactos adequados.
  3. Taxa de contacto para marcação e tempo médio de resposta.
  4. Taxa de comparência na primeira consulta.
  5. Ocupação ou capacidade disponível por serviço prioritário.
  6. Custo de aquisição quando existe investimento pago e dados minimamente fiáveis.

 

Seguidores, alcance e gostos podem continuar no relatório como contexto de distribuição e notoriedade. Não devem ocupar o lugar de prova final de sucesso.

Como construir um plano de medição útil

  1. Definir o objetivo: o que deve mudar no negócio ou no percurso do paciente?
  2. Escolher o comportamento observável que indicaria progresso.
  3. Identificar a fonte de dados e confirmar se a medição é tecnicamente fiável.
  4. Definir um KPI e, quando fizer sentido, uma meta e um período de observação.
  5. Decidir antecipadamente o que fazer se o indicador subir, descer ou ficar igual.
  6. Rever a qualidade dos dados, as limitações de atribuição e o custo operacional do resultado.
  7. Eliminar ou reduzir a frequência de métricas que não influenciam qualquer decisão.

 

Se uma métrica não altera nenhuma decisão, talvez não precise de ser acompanhada todas as semanas. Pode continuar a existir no sistema.

Perguntas Frequentes

Quais são as métricas de marketing mais importantes para uma clínica ou gabinete?

As mais importantes são as que ligam um objetivo a uma decisão. Podem incluir contactos adequados, taxa de contacto para marcação, comparência, ocupação por serviço e custo de aquisição, apoiadas por métricas de visibilidade e atenção.

Não por natureza. Podem medir distribuição e notoriedade. Tornam-se métricas de vaidade quando são apresentadas como prova de sucesso sem relação com público adequado, contactos, marcações ou objetivos da clínica.

Consegue medir uma marcação online se o evento estiver configurado e ocorrer num percurso observável. Marcações por telefone, WhatsApp, plataformas externas ou receção podem exigir integrações ou registo noutro sistema.

É um evento que representa uma ação especialmente importante para os objetivos do negócio. Numa clínica, pode ser, por exemplo, o envio de um formulário, um clique para ligar ou uma marcação online.

O importante é definir estes eventos com critério. Nem todos os cliques têm o mesmo valor e nem todas as interações devem ser tratadas como conversões importantes.

Cruza a informação disponível: origem da visita, campanhas, formulários, chamadas e aquilo que o paciente indica à receção.

Mesmo assim, evita tratar essa origem como uma verdade absoluta. Uma pessoa pode conhecer a clínica no Instagram, pesquisar depois no Google, visitar o website e só marcar semanas mais tarde após uma recomendação.

A origem é uma pista útil, não necessariamente o percurso completo.

Depende do indicador.

Alguns dados, como tempo de resposta aos contactos, marcações ou faltas, podem justificar uma revisão semanal. Outros, como evolução da procura, desempenho de campanhas ou ocupação por serviço, fazem mais sentido quando analisados mensalmente ou ao longo de períodos maiores.

Rever métricas demasiado cedo pode ser tão enganador como revê-las demasiado tarde. O intervalo deve dar tempo suficiente para perceber se uma mudança teve efeito, sem deixar um problema arrastar-se durante meses.

Um relatório de marketing deve terminar com uma escolha.

Um bom relatório não termina numa secção intitulada “Conclusões” a repetir que o alcance aumentou ou que houve mais visitas ao website. Termina com uma decisão: continuar, parar, testar, corrigir, aprofundar ou admitir que ainda não há informação suficiente para decidir bem.

 

É esta a diferença entre medir por rotina e medir para gerir melhor. No primeiro caso, acumulam-se números. No segundo, usam-se esses números para perceber o que está a funcionar, o que precisa de mudar e onde não vale a pena continuar a investir tempo ou dinheiro.

 

Às vezes, os dados confirmam que estamos no caminho certo. Outras vezes demonstram, infelizmente, que passámos meses a tentar melhorar a métrica errada.

O teu negócio não precisa de mais métricas. Precisa de saber quais delas merecem o direito de influenciar uma decisão.

Antes de abrir outro dashboard, responde: o que seria diferente na clínica se o marketing estivesse a funcionar melhor? Mais primeiras consultas? Mais pedidos para um serviço específico? Menos contactos desadequados? Maior previsibilidade? Melhor ocupação? A resposta define o que vale a pena medir.

 

Se publicas, anuncias e recebes relatórios, mas continuas sem conseguir ligar os números ao crescimento que procuras, talvez não precises de outro dashboard. Precisas de organizar o problema. É precisamente esse o ponto de partida de um diagnóstico de marketing.

Há pessoas que precisam de ti. Vamos ajudá-las a encontrar-te.