FAQs.

Quem somos, para quem trabalhamos e porque nos especializámos em saúde.

Serviços, áreas de intervenção e aquilo que pode fazer parte do plano.

Orçamento, fases, formatos de acompanhamento e condições.

Diagnóstico, Plano de Intervenção, prioridades e próximos passos.

Procura, captação, serviços, crescimento e expectativas realistas.

Fit, envolvimento, ética, localização e forma de trabalhar.

O Gabinete

O Gabinete de Marketing é uma agência de marketing?

Não funcionamos como uma agência de marketing tradicional.

Não trabalhamos a partir de pacotes iguais para todos nem partimos do princípio de que um cliente precisa de redes sociais, SEO, publicidade ou um novo website antes de percebermos o problema.

O Gabinete combina diagnóstico, pensamento estratégico e execução, podendo intervir numa única área ou articular diferentes competências de acordo com as prioridades de cada projeto.

Sim. O Gabinete de Marketing trabalha exclusivamente com profissionais, clínicas, equipas e projetos na área da saúde.

Esta especialização permite-nos conhecer melhor a realidade do setor, desde a forma como as pessoas procuram e escolhem um profissional até às particularidades éticas, comunicacionais e comerciais de desenvolver um negócio em saúde.

Porque o Gabinete nasce da junção de experiência real no setor da saúde com experiência em marketing.

A Isabel, que está por trás do projeto, trabalhou durante mais de sete anos diretamente como profissional de saúde e, nos últimos seis, tem-se dedicado ao marketing, trabalhando áreas como estratégia, posicionamento, comunicação, conteúdos, projetos digitais, eventos, lançamentos e desenvolvimento de negócio.

Essa combinação ajuda-nos a olhar para o marketing não apenas do lado de quem comunica, mas também de quem conhece a realidade de trabalhar com pessoas em saúde.

Trabalhamos com médicos, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, terapeutas da fala, terapeutas ocupacionais, psicomotricistas, enfermeiros e outros profissionais de saúde.

Também acompanhamos clínicas, gabinetes, pequenas equipas e outros projetos do setor.

Não.

Podemos trabalhar com profissionais em prática individual, clínicas, gabinetes, pequenas equipas e projetos de saúde em diferentes fases de desenvolvimento.

O tipo de intervenção é adaptado à dimensão, estrutura, recursos e objetivos de cada negócio.

Não. Trabalhamos com projetos em diferentes momentos.

Podemos ajudar quem está a construir as primeiras bases da sua prática, quem já tem pacientes ou uma equipa mas precisa de mais estrutura, e profissionais ou projetos já reconhecidos que querem desenvolver novos serviços, formação, eventos ou outras oportunidades de crescimento.

A questão não é estar no início ou numa fase avançada. É existir um problema, uma oportunidade ou um objetivo em que marketing e desenvolvimento de negócio possam realmente fazer diferença.

Como funciona

Como começa o trabalho com o Gabinete?

Todos os potenciais clientes começam pelo Diagnóstico Inicial, uma conversa online e gratuita de 30 minutos.

Serve para conhecermos o projeto, percebermos o ponto de partida, os principais desafios e objetivos e avaliarmos se existe fit de ambos os lados para continuar.

Só depois desta conversa decidimos se faz sentido avançar para uma análise mais aprofundada.

Durante os 30 minutos fazemos uma primeira leitura do teu projeto.

Falamos sobre quem és, o que fazes e para quem, os serviços que tens, como chegam atualmente os teus pacientes ou clientes, o que já estás a fazer em marketing e comunicação, os principais desafios e onde gostarias de chegar.

Não é uma auditoria completa nem uma sessão de estratégia. É uma primeira conversa para percebermos onde podem existir bloqueios ou oportunidades e se faz sentido aprofundar o trabalho.

Sim. O Diagnóstico Inicial tem 30 minutos, é online e gratuito.

A conversa não implica qualquer compromisso de contratação.

No final, podemos concluir que faz sentido avançar, que é necessário perceber melhor alguma questão antes de tomar uma decisão ou simplesmente que o Gabinete não é, naquele momento, a solução mais adequada para aquilo que procuras.

Não. O Diagnóstico Inicial não serve para construir uma estratégia de marketing em 30 minutos.

Uma estratégia responsável exige compreender com maior profundidade o negócio, o posicionamento, a oferta, os públicos, os canais existentes, os objetivos e outros elementos relevantes.

Se decidirmos avançar, essa análise acontece na fase seguinte: o Diagnóstico Estratégico.

O Diagnóstico Inicial é uma primeira conversa gratuita de 30 minutos para conhecermos o projeto e avaliarmos se existe fit.

O Diagnóstico Estratégico é uma fase de trabalho aprofundada e paga. Antes de começar, definimos contigo o âmbito e o investimento.

Dependendo do projeto, pode envolver uma ou mais reuniões e a análise de áreas como posicionamento, oferta, website, conteúdos, captação, comunicação, canais ou outros elementos relevantes.

No final do Diagnóstico Estratégico construímos um Plano de Intervenção.

O plano identifica as principais áreas em que recomendamos atuar, os problemas ou oportunidades prioritários e a sequência de trabalho que consideramos mais adequada.

O objetivo é que deixes de ter apenas uma coleção de coisas que “talvez devesses fazer” e passes a ter uma direção clara sobre o que merece atenção e porquê.

Sim.

O Diagnóstico Estratégico e o Plano de Intervenção podem ser contratados como um projeto autónomo.

Depois de receberes o plano, podes decidir implementar as recomendações com o Gabinete, com a tua própria equipa ou com outros profissionais.

Não construímos um diagnóstico cuja conclusão obrigatória seja, por uma feliz coincidência comercial, contratar-nos para tudo.

Não.

Ter um plano não significa fazer tudo ao mesmo tempo.

Depois de identificarmos as áreas em que faz sentido intervir, decidimos contigo as prioridades, tendo em conta os objetivos, os recursos disponíveis e aquilo que pode produzir maior impacto.

Podes começar por uma única área ou combinar várias quando houver uma razão estratégica para isso.

A decisão é tomada em conjunto.

O Gabinete recomenda prioridades com base no diagnóstico e explica aquilo que consideramos mais importante trabalhar primeiro.

Mas também temos em conta os teus objetivos, recursos, disponibilidade e realidade operacional. O plano deve ser estrategicamente correto, mas também possível de executar no mundo real, uma inconveniência que alguns planos de marketing parecem esquecer.

Não avançamos.

O Diagnóstico Inicial existe também para perceber se o Gabinete é adequado para aquilo que procuras e se a nossa forma de trabalhar combina contigo.

Se concluirmos que não existe fit, dizemo-lo com clareza. Preferimos não avançar a começar uma relação em que as expectativas, necessidades ou formas de trabalhar não estão alinhadas.

Depende da dimensão e da complexidade do projeto.

O Diagnóstico Inicial dura 30 minutos. A fase seguinte pode exigir uma ou mais reuniões e diferentes níveis de análise antes de ser possível fechar o Plano de Intervenção.

Não usamos um prazo igual para todos porque um profissional em prática individual e uma clínica com vários serviços, equipas e canais não exigem o mesmo nível de diagnóstico.

O que podemos trabalhar

Que áreas pode o Gabinete trabalhar?

O Gabinete pode intervir em diferentes áreas de marketing, comunicação e desenvolvimento de negócio:

  • estratégia e posicionamento;
  • estruturação da oferta e dos serviços;
  • conteúdos e redes sociais;
  • fotografia, vídeo e produção de conteúdos;
  • website, SEO e visibilidade em IA;
  • email marketing, captação e relacionamento;
  • eventos e novos projetos.

Estas áreas não funcionam como pacotes obrigatórios. O diagnóstico ajuda-nos a perceber quais são relevantes para o teu projeto, com que prioridade e em que sequência devem ser trabalhadas.

Não. Podes trabalhar apenas uma área ou combinar várias.

Depois do diagnóstico e do Plano de Intervenção, definimos contigo aquilo que deve acontecer primeiro, tendo em conta os objetivos, recursos disponíveis e impacto esperado.

Em alguns projetos faz sentido começar apenas pelo posicionamento. Noutros, por exemplo, pode ser necessário trabalhar oferta, website e captação em conjunto.

Esta área serve para clarificar que espaço queres ocupar, para quem e porque é que alguém te deve escolher.

Pode envolver posicionamento, diferenciação, proposta de valor, públicos, objetivos, mensagem, território de comunicação e definição de prioridades estratégicas.

Na prática, procuramos dar direção ao projeto para que decisões sobre conteúdos, website, serviços, campanhas ou outros investimentos deixem de acontecer de forma isolada.

Sim. A estruturação da oferta e dos serviços é uma das áreas centrais do Gabinete.

Podemos rever os serviços que já tens, perceber se estão claros para quem está do outro lado, reorganizar a oferta, melhorar a proposta de valor ou desenvolver novos serviços, programas ou linhas de negócio.

O objetivo não é criar serviços só para “ter mais coisas para vender”. É construir uma oferta que responda a necessidades reais e que também contribua para os objetivos e crescimento do negócio.

Sim. Podemos assumir a estratégia e a gestão operacional das redes sociais.

Dependendo do âmbito acordado, o trabalho pode incluir estratégia de conteúdos, pilares editoriais, planeamento, copy, criação de conteúdos, definição de formatos, calendarização, agendamento e publicação.

As redes sociais não são tratadas como uma tarefa isolada. O que publicamos deve estar ligado ao posicionamento, aos serviços e aos objetivos do projeto.

Sim. Trabalhamos fotografia, vídeo e produção de conteúdos visuais para projetos de saúde.

Podemos planear aquilo que precisa de ser captado, produzir fotografia e vídeo e fazer a respetiva edição e adaptação para website, redes sociais, campanhas, serviços, eventos ou outros canais.

A sessão é pensada a partir das necessidades do projeto, para criar material útil e reutilizável.

Sim. Dependendo das necessidades e complexidade do projeto, o Gabinete pode desenvolver o website.

Podemos trabalhar desde a estratégia e estrutura até à arquitetura das páginas, copy, páginas de serviços, landing pages, experiência de navegação, conversão, SEO e visibilidade em pesquisa e IA.

O website é pensado como uma ferramenta do negócio: deve ajudar as pessoas certas a encontrar-te, perceber o teu trabalho e avançar para uma ação relevante.

Sim. Trabalhamos a visibilidade digital tanto em pesquisa tradicional como nas novas formas de pesquisa assistidas por inteligência artificial.

Isso pode envolver SEO, estrutura do website, arquitetura da informação, conteúdos, autoridade temática e organização da informação para tornar o projeto mais fácil de encontrar e compreender.

Não prometemos que uma determinada plataforma de IA irá citar ou recomendar o teu projeto. Trabalhamos para aumentar a qualidade e a relevância da presença digital nos ambientes em que hoje as pessoas pesquisam.

Sim, quando a localização influencia a forma como os pacientes procuram e escolhem um profissional ou serviço.

Podemos trabalhar a presença local do negócio, informação sobre localização e serviços, conteúdos relevantes para a área geográfica e outros elementos que ajudem a tornar a clínica ou profissional mais visível nas pesquisas locais.

Sim. Trabalhamos tanto o email marketing como os mecanismos que ajudam a transformar interesse em contactos e relações mais consistentes.

Podemos desenvolver newsletters, formulários, landing pages, bases de contactos, sequências automáticas, campanhas, lançamentos, reativação e comunicação regular com a comunidade.

O objetivo é reduzir a dependência exclusiva das redes sociais e criar canais próprios para desenvolver a relação com pessoas que já demonstraram interesse no projeto.

Podemos trabalhar a lógica de captação, organização e acompanhamento de contactos, mas a implementação de um CRM depende das necessidades do projeto.

Se o diagnóstico mostrar que faz sentido organizar leads, contactos ou processos comerciais através de uma ferramenta específica, podemos analisar a solução mais adequada e definir como deve integrar-se no restante marketing.

Sim. Podemos acompanhar o desenvolvimento de novos projetos desde a ideia até à forma como chegam ao mercado.

Isso pode incluir formações, workshops, webinars, eventos, novos serviços ou outras iniciativas.

Podemos trabalhar validação da ideia, posicionamento, estruturação da oferta, conceito, naming, estratégia de lançamento, comunicação, landing pages, email marketing e captação.

É uma área especialmente relevante para profissionais que querem transformar conhecimento e reputação em novas oportunidades, autoridade e fontes de receita.

Sim.

Um lançamento pode envolver muito mais do que anunciar que existe um novo serviço. Podemos trabalhar a proposta, posicionamento, públicos, mensagem, conteúdos, página de apresentação, email marketing, campanha e percurso até à marcação ou compra.

O formato depende do próprio serviço e do negócio.

Sim.

Um lançamento pode envolver muito mais do que anunciar que existe um novo serviço. Podemos trabalhar a proposta, posicionamento, públicos, mensagem, conteúdos, página de apresentação, email marketing, campanha e percurso até à marcação ou compra.

O formato depende do próprio serviço e do negócio.

Sim.

Sim. O Gabinete pode trabalhar em articulação com equipas internas ou outros parceiros que já façam parte do projeto.

Podemos colaborar com designers, developers, fotógrafos, equipas clínicas ou outros fornecedores, desde que estejam claros o âmbito, as responsabilidades e a forma de coordenação.

Não é necessário substituir tudo o que já existe para podermos acrescentar valor.

Podemos começar por essa necessidade, mas ainda assim fazemos primeiro o diagnóstico adequado ao projeto.

Podes chegar convencido de que precisas de um novo website e confirmarmos que esse é realmente o próximo passo. Ou percebermos que, antes disso, é necessário rever o posicionamento ou a oferta.

O objetivo não é complicar a contratação. É evitar investir numa solução certa para o problema errado.

Não necessariamente.

Publicidade paga pode fazer sentido em alguns projetos, mas não é uma condição para trabalhar com o Gabinete nem uma solução automática.

Dependendo do diagnóstico, pode ser mais importante trabalhar primeiro o posicionamento, os serviços, o website, a pesquisa orgânica, os conteúdos, o email ou outros pontos.

Se a publicidade fizer sentido, deve entrar porque existe um objetivo, uma oferta e uma estrutura capazes de aproveitar esse investimento.

Não.

Um projeto pode crescer através de mais pacientes, mas também através de:

  • melhor ocupação;
  • serviços com maior valor;
  • novas ofertas;
  • novos públicos;
  • formação;
  • eventos;
  • projetos;
  • maior eficiência;
  • novas fontes de receita.

Crescer é tornar o negócio mais forte e capaz de cumprir os seus objetivos, não simplesmente colocar mais pessoas na agenda.

Resultados e crescimento

O Gabinete pode ajudar-me a ter mais pacientes ou clientes?

Sim, esse pode ser um dos objetivos do trabalho.

Dependendo do diagnóstico, podemos atuar sobre posicionamento, serviços, visibilidade, captação, website, conteúdos, pesquisa, email marketing ou outros pontos que estejam a limitar a procura.

O objetivo não é simplesmente chegar a mais pessoas, mas aumentar a capacidade de chegar às pessoas certas e facilitar o caminho entre descobrir o teu trabalho e contactar, marcar ou avançar.

Sim. Reduzir a dependência do passa-palavra é um dos problemas que podemos trabalhar.

O passa-palavra pode continuar a ser uma excelente fonte de procura, mas torna o crescimento pouco previsível quando é praticamente a única.

Podemos construir outros pontos de entrada através de pesquisa, presença digital, conteúdos, SEO local, email marketing, parcerias, campanhas ou outras estratégias adequadas ao projeto.

O objetivo é não colocar todo o crescimento do negócio nas mãos da sorte e das recomendações espontâneas.

Sim, quando a ocupação é um dos desafios identificados.

Podemos analisar de onde vem atualmente a procura, que serviços têm maior ou menor ocupação, como são apresentados, que públicos estão a ser alcançados e o que acontece entre o primeiro contacto e a marcação.

A solução pode passar por captação, comunicação, posicionamento, revisão da oferta, presença local ou outras áreas.

Ter horários disponíveis não significa automaticamente que o problema seja falta de publicidade. Primeiro precisamos de perceber porquê.

Sim. Crescer não significa apenas conseguir mais pacientes para os serviços que já existem.

Podemos identificar e desenvolver oportunidades como:

  • novos serviços;
  • programas;
  • workshops;
  • webinars;
  • eventos;
  • novos projetos;
  • outras formas de transformar conhecimento e experiência em valor para diferentes públicos.

A viabilidade de cada ideia é analisada antes de avançarmos para a criação e lançamento.

Sim.

O diagnóstico pode ajudar-nos a analisar a oferta atual, a procura, o posicionamento dos diferentes serviços, os públicos a que se destinam e as oportunidades que existem no negócio.

Nem sempre faz sentido tentar fazer crescer tudo ao mesmo tempo.

Podemos identificar que serviços merecem maior investimento, quais precisam de ser reformulados e onde pode existir espaço para criar algo novo.

Não existe um prazo igual para todos os projetos.

O tempo depende do ponto de partida, do problema que estamos a resolver e das áreas em que estamos a intervir.

Uma melhoria numa página de serviço ou numa campanha pode começar a produzir sinais relativamente depressa. Estratégias de SEO, autoridade, posicionamento ou construção de uma base de contactos tendem a exigir mais tempo e consistência.

Antes de avançarmos, procuramos definir o que faz sentido medir e que horizonte temporal é razoável para cada objetivo.

Não garantimos resultados específicos como número de pacientes, faturação, crescimento percentual ou posição num motor de pesquisa.

Seria pouco sério fazê-lo.

Comprometemo-nos com diagnóstico, estratégia, execução e acompanhamento fundamentados, mas os resultados dependem também da procura existente, da oferta, do mercado, da concorrência, do investimento, da capacidade operacional e da implementação.

O nosso trabalho é aumentar a probabilidade de melhores resultados, não inventar certezas que ninguém controla.

Definimos indicadores de acordo com os objetivos do projeto.

Nem todos os clientes precisam de medir as mesmas coisas.

Podemos acompanhar, por exemplo:

  • pedidos de informação;
  • marcações;
  • origem dos contactos;
  • ocupação;
  • leads;
  • conversões;
  • tráfego e pesquisa;
  • crescimento da base de contactos;
  • desempenho de serviços;
  • inscrições em eventos;
  • vendas ou receita associada a determinadas iniciativas.

O importante é evitar avaliar marketing apenas através de métricas fáceis de mostrar, mas pouco relevantes para o negócio.

Podem ser úteis, mas raramente são o objetivo final.

Ter mais seguidores pode aumentar distribuição e reconhecimento, mas um perfil com muitos seguidores não é necessariamente um negócio saudável.

Preferimos perceber se a comunicação está a gerar atenção relevante, confiança, procura e ações que tenham valor para o projeto.

Nesse caso, o objetivo não precisa de ser captar mais pacientes.

Podemos trabalhar outros desafios: melhorar a oferta, reforçar posicionamento, desenvolver autoridade, lançar novos serviços, criar formação ou eventos, estruturar processos de comunicação ou preparar o negócio para uma nova fase.

Marketing não serve apenas para “encher agenda”.

Então gerar mais procura pode não ser a prioridade certa.

Antes de investir em captação, precisamos de perceber a capacidade do negócio para responder a essa procura.

Pode fazer mais sentido trabalhar serviços, preços, equipa, organização da oferta, lista de espera, novos formatos ou projetos que permitam crescer sem depender apenas de mais consultas.

Criar procura que o negócio não consegue absorver também não é uma boa estratégia.

Não necessariamente.

Publicidade paga pode fazer sentido em alguns projetos, mas não é uma condição para trabalhar com o Gabinete nem uma solução automática.

Dependendo do diagnóstico, pode ser mais importante trabalhar primeiro o posicionamento, os serviços, o website, a pesquisa orgânica, os conteúdos, o email ou outros pontos.

Se a publicidade fizer sentido, deve entrar porque existe um objetivo, uma oferta e uma estrutura capazes de aproveitar esse investimento.

Não.

Um projeto pode crescer através de mais pacientes, mas também através de:

  • melhor ocupação;
  • serviços com maior valor;
  • novas ofertas;
  • novos públicos;
  • formação;
  • eventos;
  • projetos;
  • maior eficiência;
  • novas fontes de receita.

Crescer é tornar o negócio mais forte e capaz de cumprir os seus objetivos, não simplesmente colocar mais pessoas na agenda.

Investimento e contratação

Quanto custa trabalhar com o Gabinete?

O investimento depende do projeto, das necessidades identificadas e do âmbito do trabalho a desenvolver.

Não trabalhamos com um preço único nem com pacotes iguais para todos, porque uma intervenção de posicionamento, um website, uma produção de fotografia e vídeo ou um acompanhamento continuado exigem recursos e níveis de envolvimento diferentes.

Depois do Diagnóstico Inicial, e antes de começar qualquer fase paga, definimos claramente contigo o âmbito do trabalho e o respetivo investimento.

Sim. O Diagnóstico Inicial tem 30 minutos, é realizado online e é gratuito.

Serve para conhecermos o projeto, percebermos os principais desafios e objetivos e avaliarmos se existe fit para avançar.

Não existe qualquer obrigação de contratação depois desta conversa.

Sim. O Diagnóstico Estratégico e a construção do Plano de Intervenção constituem uma fase de trabalho paga.

Se, depois do Diagnóstico Inicial, concluirmos que faz sentido avançar, definimos primeiro o âmbito desta fase e o respetivo investimento.

Só depois começamos a análise aprofundada do projeto.

Sim. Nenhum trabalho pago começa sem o âmbito e o investimento estarem previamente definidos e acordados.

Queremos que saibas o que vai ser trabalhado, o que está incluído e qual será o investimento antes de tomares uma decisão.

Se, durante o projeto, surgir uma necessidade adicional que não fazia parte do âmbito inicial, essa intervenção é primeiro apresentada e acordada contigo.

Sim. O Diagnóstico Estratégico e o Plano de Intervenção podem ser contratados como um projeto autónomo.

No final, ficas com uma leitura aprofundada da situação, as áreas que recomendamos trabalhar, as prioridades e a sequência de intervenção proposta.

Depois podes decidir se queres implementar o plano com o Gabinete, internamente ou com outros profissionais.

O diagnóstico não te obriga a contratar a execução connosco.

Sim. Trabalhamos tanto com projetos pontuais como com acompanhamento continuado.

Podes contratar, por exemplo, um projeto de posicionamento, a criação de um website, uma produção de fotografia e vídeo, o desenvolvimento de um serviço ou o lançamento de uma iniciativa específica.

Mesmo quando o trabalho é pontual, existe sempre um processo de diagnóstico e definição estratégica adequado ao projeto antes de começarmos a executar.

Não. Trabalhar em regime de avença não é obrigatório.

Dependendo das necessidades, podemos trabalhar através de projetos pontuais ou de um acompanhamento regular.

A avença tende a fazer mais sentido quando existe necessidade de intervenção continuada em áreas como conteúdos, redes sociais, acompanhamento estratégico, campanhas ou outras atividades recorrentes.

A avença permite trabalhar de forma mais continuada, planear com maior antecedência e acompanhar a evolução do projeto ao longo do tempo.

Além dessa continuidade, as condições de investimento em avença são mais vantajosas do que a contratação avulsa equivalente.

Ainda assim, a escolha entre avença e projeto pontual depende do tipo e da frequência do trabalho de que realmente precisas.

Não. O Gabinete não exige períodos mínimos obrigatórios de permanência.

A relação de trabalho mantém-se enquanto fizer sentido para os objetivos e necessidades do projeto.

No caso de trabalhos com início e fim definidos, naturalmente cumprimos o âmbito e as condições acordadas para esse projeto específico.

Não.

O Plano de Intervenção pode identificar várias áreas relevantes sem que isso signifique que tens de contratar todas, nem muito menos todas ao mesmo tempo.

Definimos contigo aquilo que deve ser prioritário e podes optar por começar por uma única intervenção ou avançar por fases, de acordo com os objetivos e recursos disponíveis.

O orçamento acordado corresponde ao âmbito definido no início do trabalho.

Se surgir uma necessidade adicional, uma alteração significativa ou um novo trabalho que não estava contemplado, avaliamos essa necessidade contigo antes de avançar.

Não acrescentamos trabalho e custos ao projeto sem que sejam previamente discutidos e acordados.

Podes chegar ao Gabinete já com uma necessidade concreta, mas antes de apresentarmos uma proposta precisamos de compreender suficientemente o projeto e o problema a resolver.

Isso não significa transformar todas as contratações num processo interminável.

Significa apenas que não queremos orçamentar uma solução sem perceber se é realmente aquilo de que precisas.

Por isso, o ponto de partida continua a ser o Diagnóstico Inicial.

Trabalhar connosco

Como sei se o Gabinete é a escolha certa para mim?

O Gabinete tende a fazer mais sentido para profissionais e projetos de saúde que querem crescer com mais estratégia, estrutura e intenção.

Não precisas de ter experiência em marketing nem de chegar com o problema completamente identificado.

Trabalhamos melhor com pessoas disponíveis para pensar connosco, participar nas decisões e questionar aquilo que já fazem quando isso for necessário.

O Diagnóstico Inicial serve precisamente para percebermos se existe esse fit de ambos os lados.

Não.

Não esperamos que saibas definir uma estratégia, escolher canais ou perceber SEO, conteúdos ou campanhas. Essa é precisamente parte do nosso trabalho.

O que precisamos é do teu conhecimento sobre a tua profissão, os teus pacientes ou clientes, os serviços, o projeto e a realidade do negócio.

A estratégia é construída a partir da combinação dessas duas perspetivas.

Sim, mas isso não significa que tenhas de fazer o trabalho de marketing.

Precisamos do teu envolvimento para compreender o projeto, tomar decisões, validar informação e garantir que aquilo que construímos representa verdadeiramente o teu trabalho.

O nível de participação varia conforme o projeto, mas não trabalhamos num modelo em que o cliente entrega os acessos, desaparece durante seis meses e espera que alguém adivinhe o negócio.

Podes delegar grande parte da estratégia e da execução, mas não a responsabilidade pelas decisões sobre o teu próprio projeto.

Podemos assumir diferentes áreas, incluindo planeamento, produção de conteúdos, gestão operacional das redes sociais, website, email marketing ou outras intervenções acordadas.

Ainda assim, haverá momentos em que precisaremos da tua informação, validação ou decisão.

Delegar não significa ficar sozinho com o marketing, mas também não significa ficar completamente afastado dele.

Não.

Não partimos do princípio de que todos os profissionais de saúde têm de transformar a sua vida num fluxo permanente de reels, stories e opiniões perante uma câmara.

Dependendo do posicionamento, dos objetivos e do público, aparecer pessoalmente pode ser útil em determinados formatos. Mas também existem outras formas de comunicar conhecimento, construir confiança e gerar procura.

Escolhemos os formatos de acordo com a estratégia, não porque o algoritmo decidiu que todos temos de dançar.

Não. Estar em mais canais não significa necessariamente comunicar melhor.

Analisamos onde estão as pessoas que queres alcançar, como procuram informação e que papel cada canal pode desempenhar no teu negócio.

Pode fazer mais sentido trabalhar bem um ou dois canais do que manter cinco presenças sem consistência, direção ou recursos para as alimentar.

Não.

Podemos trabalhar tanto com projetos que estão a construir a sua presença desde o início como com profissionais ou clínicas que já têm website, redes sociais, conteúdos e outros canais em funcionamento.

Quando já existe uma estrutura, avaliamos primeiro o que vale a pena manter, melhorar, reformular ou deixar de fazer.

Não reconstruímos tudo só pelo prazer comercial de começar do zero.

Sim.

Podemos trabalhar em articulação com equipas clínicas, administrativas, comerciais ou de marketing que já existam no projeto.

Dependendo do trabalho, podemos assumir determinadas áreas diretamente e colaborar noutras, mantendo claros os objetivos, responsabilidades e processos de decisão.

Não é necessário substituir os fornecedores que já tens.

Podemos colaborar com designers, developers, fotógrafos, videógrafos ou outros profissionais sempre que isso fizer sentido.

O importante é definir claramente quem é responsável por cada parte e como o trabalho se articula, para evitar aquela modalidade empresarial fascinante em que cinco pessoas estão a trabalhar no mesmo projeto e nenhuma sabe o que as outras quatro estão a fazer.

A forma de acompanhamento é definida de acordo com o tipo e duração do trabalho.

Projetos pontuais e acompanhamentos continuados exigem ritmos diferentes, por isso acordamos desde o início os principais momentos de reunião, validação e acompanhamento.

O acompanhamento pode ser feito online e, quando fizer sentido, presencialmente no espaço do cliente.

A modalidade depende do projeto e é acordada entre ambas as partes.

Alguns trabalhos, como captação de fotografia e vídeo ou determinadas intervenções presenciais, podem naturalmente exigir deslocação ao espaço do profissional, clínica ou projeto.

O Gabinete de Marketing está no Porto.

No entanto, o acompanhamento não está limitado a clientes da região, uma vez que podemos trabalhar online.

Quando existe necessidade de trabalho presencial, avaliamos a possibilidade de o realizar na clínica ou no espaço do cliente, mediante acordo prévio.

Sim. Não precisas de estar no Porto para trabalhar connosco.

Grande parte do diagnóstico, estratégia, acompanhamento e execução pode ser realizada online.

Quando o projeto inclui alguma componente que exige presença física, analisamos contigo a melhor forma de a organizar.

Não vemos crescimento e ética como objetivos incompatíveis.

É possível aumentar procura, melhorar ocupação, desenvolver serviços ou criar novas fontes de receita sem recorrer a promessas exageradas, manipulação ou estratégias que comprometam a confiança.

Na saúde, a forma como se cresce importa tanto como o crescimento em si.

Sim.

Não propomos estratégias baseadas em informação enganadora, promessas de resultados clínicos que não podem ser sustentadas, pressão indevida ou comunicação que coloque objetivos comerciais acima da responsabilidade de comunicar saúde.

Também não recomendamos uma estratégia apenas porque está na moda ou porque está a funcionar para um concorrente.

Provavelmente não somos a escolha certa se procuras apenas alguém que execute sem fazer perguntas, uma fórmula pronta para copiar ou resultados imediatos sem disponibilidade para rever aquilo que estás a fazer.

Também será difícil trabalharmos juntos se não existir disponibilidade para fornecer informação, participar nas decisões ou considerar mudanças quando o diagnóstico mostrar que são necessárias.

Não precisamos de concordar em tudo. Precisamos de conseguir pensar e decidir em conjunto.

Podemos assumir a gestão operacional das redes sociais, mas não trabalhamos a publicação desligada de uma estratégia.

Isso significa que podemos planear, criar, agendar e publicar conteúdos, mas primeiro precisamos de perceber o posicionamento, os objetivos, os públicos e o papel que as redes devem desempenhar no negócio.

Se procuras apenas preencher um calendário com um determinado número de posts por mês sem questionar o que estamos a tentar alcançar, provavelmente o Gabinete não será a solução mais adequada.

Tens mais dúvidas?

Fala connosco.